No dia 21 de março, na Unibes Cultural, vivemos mais do que um workshop. Vivemos um despertar.

O encontro “Autoimagem como Poder de Liderança e Inclusão” reuniu mulheres, líderes e profissionais em um espaço de reflexão profunda sobre algo que, por muito tempo, foi subestimado: A forma como nos vemos define a forma como lideramos. Imagem não é estética. É posicionamento.
Durante o workshop, provocamos um olhar mais estratégico sobre a autoimagem. Falamos sobre identidade, comportamento, comunicação e, principalmente, sobre coerência.
Porque quando uma pessoa se reconhece, se posiciona e se comunica com verdade, ela:
- Amplia sua voz
- Fortalece seu pertencimento
- Gera representatividade
- E impacta o ambiente ao seu redor
Autoimagem deixa de ser superficial — e passa a ser um ativo de liderança e inclusão.
Ao longo do encontro, oito palestras construíram uma jornada potente e complementar:
✔ Da percepção interna ao impacto externo
✔ Da credibilidade à comunicação consciente
✔ Da liderança feminina à diversidade
✔ Da saúde emocional à sustentabilidade humana
Agradecemos de forma especial as palestrantes:
- Paula Machado
- Adriana Meddero
- Alaide Utiama
- Denise Marques
- Gisela Ravagnani
- Roberta Siqueira
- Sandra Regina
Cada fala trouxe uma peça essencial de um mesmo quebra-cabeça: Liderar hoje exige consciência, presença e humanidade.
Sustentabilidade também é humana
Esse tema se conecta diretamente ao trabalho que desenvolvo na ABRAPS – Associação Brasileira doa Profissionais pelo Desenvolvimento Sustentavel, como coordenadora do GT de Saúde e Bem-Estar da Abraps (ODS 3).
Quando falamos de sustentabilidade, ainda pensamos muito em meio ambiente e governança.
Mas existe um elo invisível — e essencial: As pessoas.
O ODS 3 – Saúde e Bem-Estar nos lembra que não há desenvolvimento sustentável sem qualidade de vida, saúde emocional e ambientes mais conscientes.
E aqui está o ponto-chave:
Não existe liderança sustentável sem autoimagem consciente.
A forma como nos percebemos impacta:
- nossa saúde emocional
- nossas decisões
- nossa comunicação
- e a forma como nos relacionamos
Inclusão começa de dentro para fora
Um dos aprendizados mais fortes do encontro foi este:
Autoimagem é pertencimento.
Quando uma pessoa se reconhece, ela ocupa espaços com mais segurança.
Quando ela se aceita, ela permite que o outro também seja.
E isso transforma culturas.
Porque líderes conscientes:
- não reproduzem padrões limitantes
- não silenciam diferenças
- não lideram pelo medo
Eles constroem ambientes mais diversos, seguros e humanos.
Mais do que um evento — um movimento
Os feedbacks que recebemos foram claros: houve transformação real.
Mulheres que se enxergaram de uma nova forma.
Profissionais que passaram a compreender sua imagem como estratégia.
Líderes que reconheceram o impacto da sua presença.
E isso reforça algo que eu acredito profundamente:
Imagem não é vaidade.
É consciência.
É posicionamento.
É poder.
O futuro da liderança é consciente
Seguimos ampliando essa conversa.
Porque falar de autoimagem é falar de saúde, liderança, inclusão e sustentabilidade.
E o futuro não será apenas tecnológico.
O futuro será humano.
E ele começa na forma como cada um de nós se vê — e se posiciona no mundo.
Agradecemos o realização pela Abraps e Look2You e o apoio da Unibes Cultural pela realização deste evento.
Paula Machado – Look2You – Coordenadora do GT Saúde e Bem Estar da Abraps
