Implantado desde 2016 em parceria com a Virada Sustentável , o objetivo deste prêmio é reconhecer boas práticas e histórias de vida para inspirar mais pessoas a se engajarem como profissionais pelo desenvolvimento sustentável.

A cada ano são premiados diversos profissionais e projetos através do ODS principal trabalhado pelas iniciativas, considerando sempre 3 critérios

  1. Credibilidade: profissionais ou coletivos de reconhecida idoneidade no mercado;
  2. Impacto Social: iniciativas que evidenciem resultados com impacto social qualitativo (Ex: história inspiradora) e quantitativo (Ex: números de beneficiados);
  3. Escalabilidade: iniciativas que inspirem outros profissionais e sejam de fácil replicação.

Os profissionais e cases são indicados por associados ABRAPS e por membros da Virada Sustentável, com definição dos ganhadores realizada pelo Conselho e diretoria da ABRAPS e da Virada Sustentável.

ODS 1: Erradicação da Pobreza (2019)

Aliança Empreendedora

https://aliancaempreendedora.org.br/

Em 2005, Lina Maria Useche Jaramillo Kempf e Helena Casanovas Vieira fundaram a Aliança Empreendedora com o objetivo de oferecer a microempreendedores de baixa renda e grupos produtivos comunitários o apoio de que precisavam para desenvolver os seus negócios. 

ODS 1: Erradicação da Pobreza (2019)

Aliança Empreendedora

https://aliancaempreendedora.org.br/

Em 2005, Lina Maria Useche Jaramillo Kempf e Helena Casanovas Vieira fundaram a Aliança Empreendedora com o objetivo de oferecer a microempreendedores de baixa renda e grupos produtivos comunitários o apoio de que precisavam para desenvolver os seus negócios. 

ODS 2: Fome Zero e Agricultura Sustentável (2019)

ONG Banco de Alimentos

https://www.bancodealimentos.org.br/

Economista de formação, fundou o Banco de Alimentos em 1998 com o objetivo de minimizar os efeitos da fome por meio do combate ao desperdício de alimentos, ao mesmo tempo em que promove educação e cidadania em três frentes: nas empresas doadoras, nas instituições filantrópicas e nas escolas. 

ODS3 – Saúde e Bem-Estar (2018)

Instituto Horas da vida

http://www.horasdavida.org.br/

O Instituto Horas da Vida nasceu assim, como uma solução para que, de maneira organizada, mais pessoas tenham acesso à saúde. Hoje, levam atendimentos a 10 Instituições, com mais de 30.000 pessoas, em São Paulo e Curitiba. –

O mineiro João Paulo vive em São Paulo já há alguns anos, mas foi no convívio familiar que aprendeu a gostar de gente, de cuidar dos outros. Com 25 anos, se formou médico e, no convívio com colegas e professores, percebeu que muitos profissionais da saúde realizam atendimentos gratuitos por conta própria (e os que não fazem adorariam fazê-lo). Foi a partir daí que surgiu a ideia de organizar o esforço de tanta gente em uma grande rede de voluntariado humanizado, que parte do princípio de que toda pessoa merece cuidado e respeito. Encontrou o parceiro ideal para lhe acompanhar neste sonho e, há 2 anos, nasceu o Instituto Horas da Vida. Hoje, além de cuidar do Instituto, ele atende em seu consultório e é Assistente da Disciplina de Medicina Baseada em Evidências na Escola Paulista de Medicina-UNIFESP. 

ODS3 – Saúde e Bem-Estar (2018)

Instituto Horas da vida

http://www.horasdavida.org.br/

O Instituto Horas da Vida nasceu assim, como uma solução para que, de maneira organizada, mais pessoas tenham acesso à saúde. Hoje, levam atendimentos a 10 Instituições, com mais de 30.000 pessoas, em São Paulo e Curitiba. –

Rubem Ariano é de Lins, interior de SP e vive na capital há 25 anos onde aprendeu muito sobre o mercado financeiro. Trabalhando em uma gestora de fundos de investimento, ele teve oportunidade de conhecer pessoas, fazer alianças e criar produtos novos. Há 5 anos, porém, por considerar ter concluído um ciclo profissional decidiu repensar o propósito do seu trabalho para poder atuar mais em prol das pessoas. Após um tempo de reflexão, conheceu João Paulo e, juntos, tiveram a oportunidade de criar algo único, que os tem realizado e que faz a diferença na vida de quem precisa.

ODS 4 – Educação (2016)

EMEF Desembargador Amorim Lima

Ana Elisa Siqueira é pedagoga e diretora, há mais de 18 anos, da Escola Amorim Lima. Com o estímulo da diretora e a participação ativa da comunidade de pais, a escola sofreu transformações revolucionárias ao longo do tempo. Esse fomento à participação da comunidade possibilitou o aprimoramento de percepções sobre a escola e a criação de um Conselho de Escola deliberativo, capaz de pensar e discutir o modelo de escola que queremos. A Escola Amorim Lima utilizou como base pedagógico o modelo da Escola da Ponte que entende os alunos como sujeitos de seu aprender.

Com base nas ideias da Escola da Ponte, de Portugal, a escola municipal paulistana busca incentivar a autonomia dos alunos, a liberdade, a solidariedade e a participação das famílias dos estudantes

ODS 5 – Gênero (2016)

Think Olga

https://olga-project.herokuapp.com/

O Think Olga é uma ONG criada por Juliana de Faria que luta pelo empoderamento feminino por meio da informação e conscientização. Ao longo dos anos, Juliana desenvolveu diversas campanhas como Chega de Fiu-Fiu e #meuprimeiroassedio, campanhas essas que têm mobilizado milhares de pessoas e provocado uma transformação na sociedade sobre a questão do abuso, além de ter criado um espaço necessário para que inúmeras mulheres pudessem compartilhar suas histórias.

ODS 6: Água Potável e Saneamento (2017)

Aliança pela água

https://www.aliancapelaagua.com.br/

https://www.facebook.com/aliancapelaagua/

Marussia Whately,  arquiteta e urbanista, com atuação na área de produção de conteúdo e mobilização social para proteção e uso sustentável da água. Coordenou o Programa Mananciais do Instituto Socioambiental entre 2003 e 2009. Integrou a equipe do Instituto Democracia e Sustentabilidade e coordenou a campanha #florestafazadiferenca, em 2009 e em 2011. É idealizadora da Aliança pela Água, rede com mais de 70 organizações da sociedade, criada em 2014 para enfrentamento da crise hídrica de São Paulo.

ODS 7 – Energia Limpa e Acessível (2018)

Litro de Luz

https://www.dw.com/pt-br/a-ideia-de-um-brasileiro-que-iluminou-o-mundo/av-18707594

Nascido em Uberaba, Minas Gerais, Alfredo é conhecido por ter inventado em 2002 a Lâmpada de Moser (Lâmpada de garrafa Pet, litros de luz). Só concluiu o ensino fundamental e mesmo as já exportou sua criação para 15 países, entre eles, Filipinas, Bangladesh, Índia, México e Colômbia. A ideia de sua invenção é simples: com uma garrafa de plástico, água e água sanitária, funciona por meio da refração da luz solar; aproveitando dessa forma a luz natural exterior para iluminar o ambiente interno. A intensidade da Lâmpada Moser é de aproximadamente 60 watt e não emite CO2. Em 2011 a ideia foi adotada pela entidade beneficente filipina MyShelter, que a transformou em um projeto chamado “Liter of Light”; como resultado a denominada “lâmpada de água” se espalhou por um milhão de casas em mais de quinze países deficientes em iluminação pública.

ODS 7 – Energia Limpa e Acessível (2018)

Litro de Luz

https://www.dw.com/pt-br/a-ideia-de-um-brasileiro-que-iluminou-o-mundo/av-18707594

Nascido em Uberaba, Minas Gerais, Alfredo é conhecido por ter inventado em 2002 a Lâmpada de Moser (Lâmpada de garrafa Pet, litros de luz). Só concluiu o ensino fundamental e mesmo as já exportou sua criação para 15 países, entre eles, Filipinas, Bangladesh, Índia, México e Colômbia. A ideia de sua invenção é simples: com uma garrafa de plástico, água e água sanitária, funciona por meio da refração da luz solar; aproveitando dessa forma a luz natural exterior para iluminar o ambiente interno. A intensidade da Lâmpada Moser é de aproximadamente 60 watt e não emite CO2. Em 2011 a ideia foi adotada pela entidade beneficente filipina MyShelter, que a transformou em um projeto chamado “Liter of Light”; como resultado a denominada “lâmpada de água” se espalhou por um milhão de casas em mais de quinze países deficientes em iluminação pública.

ODS 8 – Trabalho Decente e Crescimento Econômico (2018)

Instituto Feira Preta

http://feirapreta.com.br/#feirapreta

 Presidente e idealizadora do Instituto Feira Preta Adriana é formada em gestão de eventos com especialização em gestão cultural pelo Centro de Estudos Latino-Americanos sobre Cultura e Comunicação (CELACC) da ECA – USP. Há 15 anos Adriana percebeu que, enquanto a economia brasileira se desenvolvia, também se desenvolvia o poder do “Black Money”, que nada mais é do que o dinheiro produzido por negros e negras e que circula entre negros e negras. Parecia uma ideia óbvia, mas até então não tinha sido devidamente trabalhada, ou seja, um empreendimento econômico-cultural com caráter étnico. Com pouco mais de 20 anos de idade ela criou a maior feira de cultura negra da América Latina, a Feira Preta, que é o espelho vivo das tendências afro-contemporâneas do mercado e das artes, além de ser o espaço para valorizar iniciativas afro-empreendedoras de diversos segmentos. 

ODS 9: Indústria, Inovação e Infraestrutura (2017)

Projeto B.U.D. Bonito, Útil & Durável

Renata Piazzon, advogada ambiental, pesquisa projetos de impacto social e ambiental que servem de inspiração para sua vida e para pessoas ao seu redor. É uma das fundadoras e faz parte da equipe do projeto B.U.D. – Bonito, Útil & Durável que tem como missão criar uma rede de inovadores na moda para acelerar soluções coletivas para o setor, de forma circular e sustentável. Atuam em Paraisópolis, usando restos de tecidos das confecções do Bom Retiro, estilistas e modelos da comunidade.

ODS 10: Redução das Desigualdades (2017)

Gerando falcões

https://gerandofalcoes.com

Edu Lyra viveu a infância dentro de um barraco, numa favela em Guarulhos, SP. O pai ingressou no crime e foi parar na prisão. A mãe foi o contraponto da história, que o inspirou a sonhar, dizendo: “Filho, não importa de onde você vem, mas, sim, pra onde vai”. O suficiente para que Edu se tornasse jornalista, autor do livro Jovens Falcões, um dos roteiristas do filme “Na Quebrada” e empreendedor social. É fundador do Gerando Falcões, que promove a paz em diversas periferias, favelas e presídios, com atuação em três frentes: esporte, cultura e renda.

ODS 11: Cidades e Comunidades Sustentáveis (2017)

Movimento Parque Augusta

Profissionais do Movimento Parque Augusta, representado pelo Augusto Aneas por sugestão da Dna Ana Dulce Maraschin. Eleita por nossos Conselhos do prêmio, Dna Ana estendeu a premiação a todos os profissionais que formam o Movimento. A mobilização popular em torno da luta pelo Parque Augusta tem cerca de 40 anos. Foram diversas conjunturas e conquistas ao longo deste período, contando com a participação de muitos grupos e indivíduos. A partir de meados de 2013, como resposta a uma nova investida dos proprietários em construir prédios no terreno e a necessidade em se fazer pressão pela sanção de um projeto de lei que autorizaria a criação do Parque Augusta, um novo levante popular se formou e cresceu de maneira exponencial, organizado por meio de assembleias. Essa mobilização deu origem ao movimento Organismo Parque Augusta, nome influenciado pelo coletivo parceiro Organismo PikNik. O OPA é um movimentwo autogerido, horizontal e heterogêneo. Não tem líderes e nenhum grupo ou entidade oficialmente constituído o representa. Organiza-se a partir de assembleias públicas, reuniões de grupos de trabalho, ações diretas na rua e rede mundial de computadores. É aberto à participação de quem se interessar em apoiar a causa.

ODS 12: Consumo e Produção Responsáveis (2017)

So+ma Vantagens

https://somosasoma.com.br/

Claudia Pires, publicitária (ESPM) e cientista social (USP), com uma pós-graduação em Berkeley/USA, MBA em negócios no Insper e gestão de sustentabilidade (FGV), trabalhou durante 20 anos no mundo corporativo, liderando grandes marcas (eg: Suvinil, Gatorade, Toddy entre outras) e desenvolvendo estratégias de negócio. Foi responsável pela estruturação e implementação da área de sustentabilidade da PepsiCo no Brasil, assim como da fundação de seu Instituto no pais. Planejou e liderou a criação da Rede de Comercialização Zona Sul, hoje a maior rede de comercialização de resíduos sólidos de São Paulo gerenciada por cooperativas de catadores de materiais recicláveis. Fez consultorias para grandes empresas como Santander, Heineken, Natura, Grupo Pão de Açúcar e Brasil Kirin, enquanto desenvolvia e amadurecia a so+ma. Atualmente 100% dedicada a so+ma, programa de fidelidade voltado para a baixa renda que busca desenvolvimento local.

ODS 13 – Mudanças Climáticas (2016)

GVCES

Professor da FGV-EAESP. Coordenador do Centro de Estudos em Sustentabilidade da FGV-EAESP (GVces). Responsável pelas atividades de pesquisa, capacitação e comunicação do GVces, nas áreas de finanças sustentáveis, empreendedorismo sustentável e cadeias de valor, consumo sustentável e mudanças climáticas; educação para a sustentabilidade e sustentabilidade e inovação. Doutor em Administração Pública e Governo’ pela FGV-EAESP. Mestre em Administração de Política Econômica pela School of International and Public Affairs (SIPA), da Columbia University, Nova York, EUA. Mestre em Finanças Públicas pela FGV-EAESP. Bacharel em Administração de Empresas pela FGV-EAESP. Foi Coordenador do Projeto Eco-Finanças, uma iniciativa da ONG Amigos da Terra – Amazônia Brasileira, que tem como objetivo último encorajar instituições financeiras a incorporarem considerações sociais e ambientais em seus processos de tomada de decisão. Treinou mais de 20 instituições financeiras sobre riscos e oportunidades ambientais. Concebeu e aplicou 60 sessões de treinamento de quatro horas para mais de 1.200 gerentes do Banco Real ABN AMRO. Especializado em Sustentabilidade, Finanças e Economia do Meio Ambiente, Mario tem passagem pelo Departamento de Pesquisa do Banco Mundial e dois anos de trabalho na Coordenação Financeira do Consórcio Gerenciador do Projeto de Despoluição do Rio Tietê. Como pequeno-empresário, teve experiência na área de consultoria financeira e é sócio da Venturas e Aventuras Turismo, operadora de ecoturismo, ramo em que atua há 18 anos

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ODS 14: Vida Debaixo D’Água (2019)

Instituto Biopesca

Doutora e Mestre em Oceanografia Biológica, pelo Instituto Oceanográfico de São Paulo, IOUSP, graduada em Ciências Biológicas pela Universidade de São Paulo, IBUSP. Professora Assistente Doutora (RDIDP) do Instituto de Biociências da Universidade Estadual Paulista (UNESP), Campus do Litoral Paulista (CLP). Professora credenciada no Programa de Pós Graduação em Biodiversidade Aquática, PPGBA, do Instituto de Biociências, Câmpus Litoral Paulista, IB-CLP/UNESP. Atua na área da Zoologia e Conservação de fauna marinha costeira, com ênfase na conservação de tartarugas, aves e mamíferos marinhos. 

O Instituto Biopesca é uma associação civil sem fins lucrativos criada em 1998 no intuito de promover a conservação de espécies marinhas ameaçadas de extinção a partir de pesquisas e ações de educação ambiental.

ODS 15 – Vida Terrestre (2018)

 Prato verde sustentável

https://www.instagram.com/pratoverdesustentavel/

 https://www.facebook.com/pratoverdesustentavel/

Wagner é educador, consultor e palestrante ambiental. Fala com frequência sobre   cultura de paz, escassez de água potável no Brasil, segurança alimentar, sustentabilidade e consumo exagerado. 

É autor do projeto Prato Verde Sustentável  que tem como missão promover a equidade nas relações socioambientais gerando benefícios que refletem na qualidade de vida da população por meio da alimentação adequada e saudável garantindo o direito ao acesso permanente de alimentação variada, equilibrada moderada, prazerosa, livre de contaminantes físicos, químicos, biológicos e de organismos geneticamente modificados, pautada no referencial tradicional e cultural local, provida de forma socialmente justa e ambientalmente sustentável, capaz de transmitir pelo ato de comer as propriedades nutritivas químico-protetoras dos alimentos, nos diferentes ciclos de vida e assegurando o atendimento aos portadores de restrições alimentares e necessidades específicas. 

O projeto nasceu da conjunção de experiências adquiridas a partir da experiência como tecnólogo ambiental, do trabalho como educador ambiental realizado no projeto “CRER-SER” sediada no Parque Ibirapuera, São Paulo e da observação da má qualidade alimentar da população de baixa renda da cidade. O Prato Verde Sustentável, percebendo este declínio na segurança alimentar, objetiva trabalhar para mitigar os problemas nutricionais e ambientais no país. O programa não só trabalha para a segurança alimentar, mas também para a sustentabilidade, dando importância e destaque para o meio ambiente. Portanto, o foco na população de baixo poder aquisitivo, mas também no trabalho de conscientização de toda sociedade. 

ODS 16 – Justica e Paz (2016)

Sustenta Capão

Bruno é do Capão Redondo, bairro que já foi um dos mais violentos do país, e a história de realização profissional dele passa por uma infância pobre e flertes com a criminalidade, mas passa, também, pela fartura à mesa (mesmo nos períodos difíceis) e pelo papel transformador de alguns projetos sociais. Começou a trabalhar com limpeza urbana, podando árvore, varrendo ruas, capinava, pintava guias e também prestava atenção no lixo da rua. Devido preocupação com o lixo urbano, Bruno ganhou uma bolsa de estudos e iniciou o curso de Gestão Ambiental. Depois de formado, Bruno já não via mais oportunidade de crescer na empresa, por isso decidiu se unir com seu irmão (José) que era padeiro e juntos decidiram fazer um Ateliê na comunidade, um tipo de padaria artesanal unindo a gastronomia e a sustentabilidade.

A decoração do Ateliê é toda sustentável, o mosaico do piso foi feito com pedaços de mármore descartados por um caminhão, vasos, cadeiras e sofá, tudo foi retirado lixo e reformado.

A partir daí firmou-se a ideia de padaria artesanal comunitária, que atendia com reserva antecipada para servir cafés da manhã e lanches da tarde. Quem chega lá paga de 10 a 20 reais e desfruta de cinco pães artesanais variados, 10 a 12 bolos de sabores como cacau com gotas de chocolate, maçã, beterraba, banana, limão ou tangerina, pastas e geleias feitas com frutas da estação e quiches, além de café, leite, chás e sucos naturais.

ODS 17 – Parcerias e Meios de Implementação (2019)

Virada Sustentável

André Palhano é jornalista graduado pela PUC-SP, com especialização em Jornalismo Econômico pela mesma instituição. Trabalhou em várias redações, entre elas as da Agência Estado, revista Veja, Folha de S. Paulo e Rádio Jovem Pan, exercendo funções de repórter, repórter especial, editor e colunista. Idealizou e coordena a Virada Sustentável, festival de educação e mobilização para a sustentabilidade com edições em diversas cidades brasileiras, envolvendo articulação e participação direta de organizações da sociedade civil, grupos culturais, órgãos públicos, empresas, universidades e escolas. É conselheiro da Universidade Aberta do Meio Ambiente e Cultura de Paz (UMAPAZ) da Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente (SVMA) da cidade de São Paulo, da rede Minha Sampa (Minhas Cidades), da Associação Brasileira dos Profissionais de Sustentabilidade (Abraps), da Rede de Repensadores (Repense Comunicação), da Recicleiros – Gestão Sustentável de Resíduos e da Virada da Saúde (Instituto Saúde e Sustentabilidade). É membro da primeira turma de líderes RAPS (Rede de Ação Política pela Sustentabilidade), do movimento AGORA! e da Rede Pense Livre. Recebeu os prêmios Cidadão Sustentável, promovido pela rádio CBN, Catraca Livre e Rede Nossa São Paulo, na categoria de Meio Ambiente; Prêmio Educador Inventor, promovido pelo Projeto Aprendiz e UNESCO; Pintou Limpeza (Rádio Eldorado e Estadão) e Prêmio Fórum Mundial do Meio Ambiente (LIDE).

ODS 17 – Parcerias e Meios de Implementação (2018)

UNIBES Cultural

ODS 17 – Parcerias e Meios de Implementação (2019)

Pacto Global – PNUD

O Pacto Global atua em parceria com a Abraps em diversas iniciativas em prol de disseminar conhecimento e ações dos Objetivos do desenvolvimento sustentável da ONU, os ODS.

Carlo tem mais de 15 anos de experiência em sustentabilidade e responsabilidade social corporativa, atuando em assuntos relacionados às mudanças climáticas, energias renováveis, investimento privado, índices de sustentabilidade no mercado de capitais, entre outros temas. No Pacto Global, é o co-chair do Conselho das Redes, lidera o Conselho Regional das Redes Locais na América Latina e Caribe e integra a instância máxima da iniciativa, o Conselho do Global Compact. Graduado em química, tem mestrado em Ciência (Universidade de São Paulo), MBA em Sustentabilidade (University of Lüneburg), assim como especialização em International Leadership Training (Deutsche Gesellschaft für Internationale Zusammenarbeit – GIZ).

ODS 17 – Parcerias e Meios de Implementação (2019)

Artista plástica

Consuello Mantroni é parceira da do GT Prêmio da Abraps, responsável pelos troféus do Prêmio Abraps Virada Sustentável.

Artista, estilista, artesã, ambientalista, educadora, divulgadora e incentivadora da reciclagem por meio de desfiles com roupas recicladas, mostras, oficinas, palestras e confecções de trabalhos especiais. Chama atenção para o problema do lixo e a necessidade de reutilizá-lo e reciclá-lo. Ensina as pessoas a reutilizar materiais para geração de renda. Faz trabalhos em empresas, escolas, Ongs, prefeituras, feiras e eventos sempre pensando em colaborar com o meio ambiente e incentivando as pessoas a ter essa consciência. Utiliza materiais como embalagens plásticas de shampoo, desinfetante, tubo de creme dental, fita de vídeo VHS, garrafa Pet, chapas de radiografias e muito mais. Tem uma rede de fornecedores desses materiais, sua casa, parentes, amigos, vizinhos, cooperativas e entidades.

ODS 17 – Parcerias e Meios de Implementação (2019)

Instituto Mais

Publicitária com especialização em marketing, negócios e gestão socioambiental. É a idealizadora do Programa Benchmarking Brasil (selo de sustentabilidade que certifica boas práticas desde 2003). Atualmente é Membro do Conselho Consultivo da ABRAPS (Associação Brasileira dos Profissionais pelo Desenvolvimento Sustentável) e da Câmara de Comércio Brasil Argentina. É colunista do Portal Vya Estelar, conferencista e ganhadora do Prêmio von Martius de Sustentabilidade da Câmara Brasil Alemanha, categoria Humanidade, 1º lugar em 2013. É Presidente do Instituto MAIS que trabalha pela Cultura de Sustentabilidade, palestrante, editora de livros e revistas especializadas e autora de diversos artigos publicados.