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Compartilhar práticas tornam as empresas mais transparentes nos seus…

Economia, Sustentabilidade, Estratégias e Práticas dão o tom da gestão moderna de sucesso. Mas enquanto se fala muito sobre economia e estratégias, quase nada é dedicado as práticas. E a sustentabilidade entra como coadjuvante causando a impressão que está ali imposta, similar a um sistema de cotas.

O estranho é que sem estabilidade a economia vai mal, e sem práticas não há estratégia que se sustente. Curioso, mas a estabilidade é um princípio da sustentabilidade (equilíbrio), e as práticas, sem elas, nada acontece. Neste debate, a verdade é uma só – as práticas dão o tom do resultado, e as estratégias, o tom da conversa. A sustentabilidade está subentendida na estabilidade econômica com seus benefícios socioambientais.

Deduções a parte, o fato é que estratégias não foram feitas para discutir o sexo dos anjos, e nem práticas foram feitas para ficar no campo das intenções. Então, o correto é no mínimo terem peso igual no debate e na demonstração junto aos stakeholders.

Mas na realidade o que vemos são explanações “1a classe” para as estratégias e resultados, e abordagens “Classe econômica” para as práticas. É recorrente colocar holofotes nas estratégias e resultados, e deixar em segundo plano, as práticas que levaram aquele resultado.

Organizações líderes desenvolvem boas práticas porque sabem que sem elas não há estratégia que se sustente e nem objetivo que se alcance

Em se tratando de sustentabilidade (social, ambiental e econômica), a transparência é fundamental. Os stakeholders querem resultados sim, mas principalmente resultados perenes e sem surpresas futuras. E isto só será possível se incluirmos as práticas na conversa e na demonstração.

Os stakeholders querem saber como você chegou lá? Quais foram os desafios e as soluções encontradas no caminho? Com qual prática conseguiu os tais resultados? São tantas nuances da sustentabilidade que não basta chegar lá, tem que mostrar como chegou, as práticas que adotou. Porque chegar lá a qualquer preço não está valendo mais. A realidade tem mostrado são as práticas responsáveis pelo nível de riscos e resultados a médio e longo prazo.

Compartilhar práticas tornam as empresas mais transparentes nos seus propósitos. Assim, elas exercem suas lideranças apontando caminhos, detalhando práticas.

Para ser considerado legítimo e sustentável o avanço anunciado em seus indicadores é necessário conhecer as práticas adotadas para tal, sem omissões. Donde se concluí que falar de práticas exige mais atenção e verdade, pois requer o detalhamento do passo a passo, e talvez por isto, não recebam o mesmo holofote dado as estratégias e resultados.

Organizações líderes desenvolvem boas práticas porque sabem que sem elas não há estratégia que se sustente e nem objetivo que se alcance. Detalham-as em alto e bom som, com orgulho e firmeza. Não tem nada a esconder, pelo contrário. Compartilhar suas práticas somente as tornarão mais transparentes nos seus propósitos. Exercem suas lideranças apontando caminhos, detalhando práticas. E não por acaso, se tornam e permanecem líderes enquanto assim fizerem.

Sobre Benchmarking Brasil: 

Um respeitado Programa de Sustentabilidade que reconhece, certifica e compartilha cases e projetos de boas práticas para acelerar o desenvolvimento técnico da gestão socioambiental brasileira. São mais de 400 cases e projetos de diferentes modalidades selecionados por especialistas de vários países, e compartilhados em publicações (livros, revistas, portais e bancos digitais) e eventos presenciais (encontros, seminários, fóruns e congressos). Benchmarking Brasil se transformou numa significativa plataforma de inteligência coletiva pelo qualificado acervo construído em quase 2 décadas de atuação. Os ODS (Objetivos de Desenvolvimento Sustentável) estão inclusos na metodologia de seleção dos cases e projetos, e as metas e compromissos do Programa estão na plataforma SDG (Sustainable Development Goals) da Agenda 2030 da ONU. Mais informações: www.benchmarkingbrasil.com.br

Inscrições de Cases de Boas Práticas de sustentabilidade para Certificação Benchmarking até 31/03/2019

  • Marilena Lino de Almeida Lavorato é associada e atual membro do conselho consultivo da Abraps – Associação Brasileira dos Profissionais pelo Desenvolvimento Sustentável
Artigos Associados

A Água é um negócio ou um direito?

*Marcus Nakagawa

*Por Marcus Nakagawa Temos muitas razões para lembrar da importância do Dia Mundial da Água, instituído pela ONU em 22 de março de 1992. Algumas delas, como a quantidade de água potável no planeta ou a porcentagem de água do corpo do ser humano, são dados que acabamos aprendendo na escola, porém, muitas vezes esquecemos ou não ligamos. Mas quando falta água ou quando é demasiado o montante, vide as enchentes desta época no sudeste do país, vira tema de jornais, noticiários e redes sociais. E o mais interessante é que, rapidamente, todos viram especialistas sobre o tema e defendem ou atacam.

Um dos 17 Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU, estabelecido em 2015, como um “sonho” comum dos seres humanos deste planeta, é o ODS número 6, que é sobre “Água Potável e Saneamento”. Neste ODS 6 o objetivo é assegurar a disponibilidade e a gestão sustentável da água e saneamento para todos. E quebra em mais metas, como até 2030 alcançar o acesso universal e equitativo a água potável e segura para todos. E tem uma meta muito instigante, que é apoiar e fortalecer a participação das comunidades locais para melhorar a gestão da água e saneamento. São seis metas neste objetivo e dois subtópicos.

Porém, com toda esta clareza, muitos especialistas na área hídrica batalhando para mostrar a importância deste bem essencial aos seres humanos, congressos, discussões, por que ainda, segundo a página da ONU, milhões de toneladas de esgoto tratado inadequadamente e resíduos agrícolas e industriais são despejados nas águas de todo o mundo?

Grandes empresas acabam não gerenciando os seus riscos ambientais e poluindo rios e mares com os seus produtos ou subprodutos do seu processo produtivo como vemos no Brasil e no mundo. Dois terços da população mundial em 2017 vivem em áreas que passam pela escassez de água pelo menos um mês por ano. Relatórios sobre estes dados são feitos anualmente como o Relatório Mundial das Nações Unidas sobre o Desenvolvimento dos Recursos Hídricos (World Water Development Report – WWDR). Então, o problema não é a falta de pesquisas, dados ou alertas de especialistas e estudiosos.

Temos inclusive uma lei no Brasil, segundo a página do Ministério do Meio Ambiente (MMA), desde janeiro de 1997, conhecida como Lei das Águas que instituiu a Política Nacional de Recursos Hídricos (PNRH). Ela coloca que a água é considerada um bem de domínio público e um recurso natural limitado, dotado de valor econômico. Esta gestão da água deve proporcionar os seus vários usos de forma descentralizada e participativa. E tem que contar com a participação do Poder Público, dos usuários e da comunidade. E se tiver uma situação de escassez o uso prioritário é para o consumo humano e para a dessedentação de animais. E o segundo artigo da Lei é mais bacana: “Assegurar a disponibilidade de água de qualidade às gerações presentes e futuras, promover uma utilização racional e integrada dos recursos hídricos e a prevenção e defesa contra eventos hidrológicos (chuvas, secas e enchentes), sejam eles naturais, sejam decorrentes do mau uso dos recursos naturais”.

Pois é, estamos assegurados, mas para que isso aconteça temos que estar cientes e cobrar dos governantes, ou seja, educar as pessoas para este conhecimento. Um conhecimento essencial para a nossa sobrevivência, lembrando mais uma vez que a água é uma das bases da nossa vida.

As empresas sabem disso muito bem, principalmente, para que seus negócios continuem, tenham perenidade e se sustentem. As empresas de bebidas alcóolicas e não alcóolicas, por exemplo, dependem da água como o seu insumo principal. A agricultura e a pecuária dependem deste recurso para trabalhar e produzir. A mineração, as montadoras, os megacomputadores dos bancos e muitas outras empresas dependem da energia que vem da água das hidrelétricas, nossa maior matriz. Ou seja, a água é essencial na nossa cadeia produtiva e no PIB do país. Tenho um grande amigo professor que sempre dizia que, na verdade, não exportamos grãos, cana, carne, minério de ferro ou qualquer outro insumo para os outros países. Na verdade, exportamos água em forma de carne, grãos, minério de ferro, etc. Os nossos principais negócios dependem diretamente ou indiretamente da água.

A água é um dos pilares da economia brasileira e só continuaremos tendo esta abundância se cuidarmos das nossas fontes, não poluirmos e tudo o que geralmente se aprende na escola (de novo). Mas precisamos sair do conceito e das leis escritas e passarmos para a ação, cobrança e fiscalização. E isso é trabalho do governo, da sociedade e das empresas. Se não fizermos isso urgente não conseguiremos “assegurar a disponibilidade de água de qualidade às gerações presentes e futuras”.

Comemore, estude, engaje mais pessoas e ajude a garantir o nosso futuro!

Marcus Nakagawa é associado e atual conselheiro deliberativo da Abraps – Associação Brasileira dos Profissionais pelo Desenvolvimento Sustentável

Notícias Abraps

Dia Mundial da Água

Qual a sua gota de contribuição neste dia mundial da água?

A água é necessária para praticamente todas as necessidades da vida, por este motivo surgiu o Dia Mundial da Água,  criado em 1992 pela Organização das Nações Unidas (ONU) e comemorado no dia 22 de março.

A conscientização sobre a urgência da economia deste recurso natural é uma das principais metas desse dia, além da discussão da escassez hídrica, sua gradual deterioração e o agravamento da poluição dos recursos de água doce em muitas regiões.

Diante da importância da água para a nossa sobrevivência e da necessidade urgente de manter esse recurso disponível,  vamos refletir como estamos contribuindo para a sua preservação.

Eu fecho a torneira quando escovo os dentes?

Eu reutilizo a água do enxague da máquina de lavar para limpar quintal e calçadas?

Como eu lavo a minha louça?

Meu banho é demorado?

Um exemplo de desperdício, ao escovar os dentes por cinco minutos com a torneira não muito aberta, você desperdiça 12 litros de água. No entanto, se molhar a escova e fechar a torneira enquanto escova os dentes e, ainda, enxaguar a boca com um copo de água, consegue economizar mais de 11,5 litros de água. Esse cálculo é para uma pessoa, multiplica por dez, por cem, por mil, milhares de litros de água potável não estão sendo utilizados de maneira sustentável.

Qual a sua gota de contribuição?

Por menor que seja pensando em litros de água potável sendo economizados ela se torna um reservatório.

Água é Vida!

Tecnóloga em Hidráulica e Saneamento Ambiental Patricia Moreno Fernandes e Coordenadora do Grupo de Trabalho de Saneamento e Recursos Hídricos da Abraps

Notícias Abraps

Abraps e UNIBES Cultural parceria renovada para 2019

ABRAPS TERÁ PROGRAMAÇÃO INTENSA DURANTE 2019 NA UNIBES CULTURAL

Assim como já aconteceu no ano passado a partir de 23 de março e até o final deste ano, a Abraps – Associação Brasileira dos Profissionais pelo Desenvolvimento Sustentável terá como palco principal de seus encontros um dos mais importantes centros culturais de São Paulo, a Unibes Cultural. Nesse espaço privilegiado serão realizados vários encontros com formatos e conteúdos diversos tendo como objetivo principal o fortalecimento na discussão e na atuação dos profissionais de sustentabilidade do país. Entre as principais atividades destacamos:

Os Diálogos Setoriais, ocorrem na última sexta-feira de cada mês, para networking de seus associados parceiros, além de apresentações profissionais de cases da área da sustentabilidade (estudos, produtos e serviços) sempre alinhados aos ODS – Objetivos do Desenvolvimento Sustentável. Todos os projetos são apresentados levando em conta seus impactos sociais, econômicos, ambientais e culturais.

Já os Encontros Temáticos são eventos realizados pelos Grupos de Trabalho da Abraps, que alinhados aos ODS – Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, buscam explorar cases de sucesso, ideias que deram certo, projetos que uma vez conhecidos podem e dever ser replicados e sempre buscando trazer inovação e troca de conhecimento sobre os assuntos abordados pelos GTs, de forma criativa, lúdica, inovadora e interativa.

Ainda no âmbito dos GTs serão realizados em duas datas no segundo semestre, o Encontro de Ações dos Grupos de Trabalho. Abertos aos associados , mas também aos parceiros, apoiadores e ao público em geral essas reuniões irão servir para apresentação de seus principais resultados.

A parceria com a Unibes ainda contempla a realização da Assembléia Geral da Associação que ocorre anualmente sempre em abril e aberta a  participação de todos os associados (hoje composta de mais de  160 profissionais com atuação na área).

Como você pode ver essa intensa programação é uma clara demonstração de que mais do que a casa da Abraps, a Unibes Cultural é a verdadeira casa das mais importantes discussões e reflexões do desenvolvimento sustentável em nosso país.

O primeiro Diálogos Setoriais Abraps, acontece no dia 29 de março, com apresentação dos temas: Urbanidade, uma consultoria que atua como uma equipe de sustentabilidade sob demanda, para empresas que querem implementar iniciativas de sustentabilidade em projetos e/ou desafios específicos. com Mariana Malufe Spignardi; Como Mindfulness contribui para o Desenvolvimento Sustentável? com Juliana Zellauy e Prática de Sócio-Psicodrama, Role-Play e Jogos para Ações de Sustentabilidade. com Yvette Datner para se inscrever e participar gratuitamente clique no link – https://goo.gl/forms/6SuceEeJ5Z8LDDwD2 

Já o I Encontro Temático, será realizado pelo Grupo de Trabalho Educação, com participação do Grupo de Trabalho Saneamento e Recursos Hídricos e apresentarão no dia 23 de março a Oficina: EUREKA!! Inovação, Criatividade e Educação pelo Desenvolvimento Sustentável!, onde as facilitadoras Andressa Batelochio e Patrícia Moreno Fernandes vão dialogar como práticas e ambientes disruptivos, criativos e colaborativos, podem contribuir por uma educação inovadora pelo Desenvolvimento Sustentável. Para se inscrever e participar gratuitamente clique no link – https://goo.gl/forms/rR81mCWAFcv6M2ey1

Sobre a Abraps

A Abraps – Associação Brasileira dos Profissionais pelo Desenvolvimento Sustentável é uma instituição sem fins lucrativos fundada em 2011.

A Abraps congrega pessoas e organizações com crenças, competências e valores em comum, que atuam para promover o DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL.

Missão Abraps: Promover e fortalecer o desenvolvimento sustentável, conectando pessoas e organizações, gerando e difundindo conhecimento.

Visão Abraps: Ser a referência como movimento de pessoas que atuam em prol do desenvolvimento sustentável

Associados Abraps colaboram com a promoção do desenvolvimento sustentável:

  • 25 GRUPOS DE TRABALHO para fomentar temas relacionados ao desenvolvimento e a sustentabilidade
  • Mas de 100 eventos próprios ou de parceiros em 2019
  • Biblioteca virtual de artigos, documentos e notícias separados por ODS
  • Palestras e cursos para disseminar e engajar pessoas e organizações em prol do desenvolvimento sustentável
  • Produção de conhecimento através de pesquisas, artigos e publicações periódicas
  • Núcleos regionais sendo formados para levarmos nossa missão para todo o Brasil
  • Parcerias com diversas organizações para acelerar o desenvolvimento sustentável
  • Premiações e reconhecimentos aos profissionais e organizações que se dedicam ao desenvolvimento sustentável
  • Compromisso com os ODS da Agenda 2030 da ONU

Manifesto 17:30

Acesse o site de nosso manifesto em favor aos 17 ODS da Agenda 2030, assine e engaje-se ao desenvolvimento sustentável: http://abraps.org.br/ods/manifesto-1730/

A Abraps acredita e trabalha para criar valor aos negócios, e ao mesmo tempo, para gerar riqueza para a sociedade, mantendo a resiliência do meio ambiente.

Junte-se a nós !

 

Notícias Abraps

Comunicado da Nova Diretoria da Abraps Biênio 2019/2020

Caros profissionais e instituições pelo desenvolvimento sustentável,

 É muito bom poder contar com você neste 2019!

 A nova diretoria para o próximo biênio (19-20) tomou posse e promoveu um encontro de planejamento em 18 de janeiro, para discutir, os principais pontos que serão objetos do nosso trabalho ao longo do ano, além de uma atualização nas nossas Missão e Visão, fundamentais para que todas as decisões a serem tomadas durante este período tenham como premissa os nossos principais valores.

 Como é de conhecimento de nossos associados, nossa maior causa é o Desenvolvimento Sustentável, e é dessa causa que temos como base do nosso trabalho e dos caminhos que deveremos trilhar para alcança-la.

 Tendo como premissa toda a experiência adquirida nesses mais de oito anos de atividades da Abraps e de maneira a construir coletivamente, redefinimos nossa Missão e Visão:

 Missão AbrapsPromover e fortalecer o desenvolvimento sustentável, conectando pessoas e organizações, gerando e difundindo conhecimento.

 Visão Abraps: Ser a referência como movimento de pessoas que atuam em prol do desenvolvimento sustentável

 Cabe a nós da Abraps  reforçar os laços e conexões capazes de contribuir para a atuação de um novo tipo de profissional e/ou instituição, independente de sua área de atuação e formação, para que tenha suporte, conhecimento e todo o background que nossos associados e conselho reuniram ao longo do tempo como integrantes da Abraps.

 Nada mais coerente do que querermos ser vistos com o potencial que realmente temos, ou seja, de um grupo cuja atuação está umbilicalmente ligada ao desenvolvimento sustentável. As empresas, governos, mídia e profissionais em geral devem nos enxergar como aqueles que agem cotidianamente para a adoção da sustentabilidade em todos os campos de atuação e que está à disposição da sociedade para o aprimoramento das discussões e efetivas implementações do desenvolvimento sustentável. É assim que trabalhamos e representamos a Abraps.

 Para que possamos efetivamente cumprir nossas Missão e Visão, a nova diretoria da Abraps definiu como metas para este ano trabalhar assiduamente para Disseminar os princípios do Desenvolvimento Sustentável; Ampliar a rede de associados Conectar pessoas em prol do Desenvolvimento Sustentável. Entre as ações previstas para atingir esses objetivos estão: Fortalecer os grupos de trabalho da Abraps; Ampliar a rede de parcerias; Amplificar esfera de influência e Promover a adesão ao Manifesto 17:30.

 Mas é claro que para conseguir chegar a esses ambiciosos objetivos precisaremos da sua participação, presença e inestimável contribuição com seus conhecimentos e experiências. Sem você nada disso será possível.

Nossa vocação é colaborar com o desenvolvimento sustentável. Contamos com seu apoio hoje e sempre!

 Diretoria Abraps

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