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CARTA ABERTA DA ABRAPS SOBRE OS CAMINHOS ATUAIS DA…

01 de outubro de 2019

A Abraps, Associação Brasileira dos Profissionais pelo Desenvolvimento Sustentável, por meio de sua diretoria e conselho deliberativo, vem por meio desta manifestar a sua posição e preocupações em relação aos acontecimentos que estamos presenciando no Brasil e no mundo. Estes acontecimentos referem-se as polêmicas quanto às condições atuais das políticas públicas de uso dos recursos e serviços ambientais, preservação dos biomas e as discussões travadas sobre a existência e os efeitos das mudanças climáticas.

Infelizmente, estamos presenciando uma abordagem que só favorece a polarização sobre estas importantes agendas, colocando os cuidados com o meio ambiente em contraposição a economia e vice-versa. Um caminho pouco produtivo, que tende a abrir mais fissuras e confusões sobre fatores cientificamente comprovados, desviando a atenção e o foco das discussões e ações sobre a questão fundamental de base: como conciliar o desenvolvimento econômico desejado e necessário com a responsabilidade ambiental e social, uma vez que estes são fatores sistêmicos e indissociáveis para a construção de premissas sustentáveis de desenvolvimento?

Temos a clareza que o desenvolvimento econômico depende fundamentalmente de uma agenda política, institucional e práticas que assegurem o uso responsável dos recursos e serviços ambientais, e que deve fomentar a inclusão social e respeitar os fundamentos básicos de direitos humanos universais e o aprimoramento cultural e político de toda a sociedade. Discursos motivados por uma agenda protecionista de curto prazo ou por falta de compreensão plena das relações sistêmicas que o desenvolvimento sustentável exige, tem se amplificado em acusações pouco fundamentadas ou com abordagens estreitas e unilaterais, muitas vezes ideológicas e com pouco espaço para o contraditório, comprometendo assim os avanços de uma agenda construtiva que privilegie o desenvolvimento sustentável.

Reconhecemos que movimentos de mudanças vindos da base do tecido social ou impulsionados por governos, empresas e instituições, nos mais variados formatos ganham força e legitimidade e levantam a bandeira contra o aquecimento global ao mesmo tempo que “Fake News” sobre esse tema aparecem de todos os lugares e cada vez mais precisamos aprender a separar o joio do trigo antes de disseminar informações cuja procedência não se conhece ou não se comprova em nossos meios de comunicação.
Notícias verdadeiras e não verdadeiras são publicadas diariamente, gerando dúvidas e angústias. Para evitar isso precisamos estar sempre bem informados, checando e rechecando as fontes, assim como sempre devemos fazer uma análise e adotar uma postura crítica construtiva sobre nossa contribuição e responsabilidade para o desenvolvimento sustentável, ou seja, precisamos ir além do compartilhamento de notícias, precisamos ser protagonistas das mudanças que desejamos ver no mundo.

Muitos dos nossos associados e não associados vem nos questionando sobre o posicionamento oficial desta instituição que é formada por profissionais que atuam pelo desenvolvimento sustentável e na Abraps são voluntários e que, desde 2011 trabalha para disseminar o profissionalismo, conhecimento, engajamento e formação neste campo do desenvolvimento sustentável.

Diante destes legítimos questionamentos, optamos por nos manifestar nesta carta aberta para reforçar que a Abraps mantém o seu Manifesto 17:30 (www.manifesto1730.com.br) , escrito de forma colaborativa e democrática. Este manifesto demonstra que acreditamos e trabalhamos pela construção de políticas públicas e institucionais que fomentem uma economia de baixo carbono e a redução dos impactos ambientais da demanda e das atividades humanas, muito bem descritos na Agenda 2030 da ONU. E convida todos os profissionais pelo desenvolvimento sustentável, associados e não associados a assinarem este compromisso com a sociedade e o planeta. Ressaltamos nesta carta aberta um dos nossos objetivos estatutários que nos move: “Promover a defesa, preservação e conservação do meio ambiente e da vida e a promoção do desenvolvimento sustentável”.

Lembramos que defender, preservar e conservar todo o tipo de vida de uma forma profissional é o que nos diferencia de muitas organizações. A nossa organização é apolítica, apartidária, defende a democracia e os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS). O que não impede qualquer um dos nossos associados a se posicionarem politicamente e partidariamente como pessoa física, porém não em nome desta organização.

A Abraps busca a transformação dos profissionais por meio de Conhecimento e Relacionamento, buscando sempre trazer a Inovação e a Cultura para a Sustentabilidade em todas as suas ações, informa e mobiliza seus associados para e este novo modelo econômico que tem como objetivo principal a colaboração para que possamos buscar o Desenvolvimento Sustentável. Nosso compromisso é ser um movimento de profissionais que atuam em prol do desenvolvimento sustentável.

Junte-se a nós, o momento e de ação, respeito ao próximo, colaboração e diálogo e fortalecimento dos profissionais pelo desenvolvimento sustentável, pois temos metas coletivas que nos comprometemos a cumprir até 2030.

Diretoria Abraps
Abraps – Associação Brasileira dos profissionais pelo Desenvolvimento Sustentável

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Dia do Professor com impacto socioambiental

*Marcus Nakagawa

Marcus Nakagawa - Edição 43

Toda vez que me perguntavam o que meu pai e minha mãe faziam, falava com orgulho que eram professores. Meu pai é professor de faculdade, aposentado e atualmente, voluntário da UNESP de Botucatu, teve todos os títulos que um acadêmico pode ter, chegando a ser professor emérito. Minha mãe é pedagoga aposentada que ensinou na escola pública, particular e até lecionou em japonês. Quando perguntavam o que eu queria ser, falava que seria tudo menos professor. Passei por grandes empresas, fui empreendedor, montei empresa, ONG, associação… Enfim… Cá estou! Sou professor com muito orgulho. Tenho até um apelido carinhoso: Prof. Naka! Dizem que o mundo dá voltas. Agradeço a todas as voltas que ele tem dado.

Neste dia tão especial e com tantas discussões polarizadas é sempre importante lembrar que devemos trabalhar e ter um foco em comum como humanidade. Talvez esta falta de um objetivo comum e um propósito seja um dos motivos para que existam tantas pessoas doentes e sem direcionamento. Esta ansiedade que o mundo digital nos traz e as “vidas perfeitas” nas redes sociais funcionam como uma das diversas variáveis. De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), o Brasil é o país com o maior índice de ansiedade, 9,3% da população convivem com o transtorno.

Sabe-se da relação psíquica, psicológica e química desta epidemia. E temos convivido com alunos e alunas, amigos, filhos e filhas de amigos e familiares em nosso cotidiano. Mas podemos trabalhar esta energia para buscar transformações e mudanças na nossa realidade e quem sabe no nosso planeta. Talvez na sua casa, no seu bairro e quem sabe no país e em outros. A ativista de 16 anos da Suécia, Greta Thunberg, despertou esta energia e está gerando discussões maravilhosas em todo o mundo.

Mobilizando pessoas a favor ou contra, “causando” Fake News e fotos montadas, discursando na ONU, trabalhando sempre contra as mudanças climáticas, enfim… Está gerando pauta na internet e na mídia tradicional. Aos 11 anos, ela sofreu uma forte depressão e parou de ir para escola porque estava muito triste. Segundo diversas reportagens, o estado emocional da jovem teve muito a ver com a crise climática e ecológica. E ela prometeu a si mesma que iria fazer algo de bom com a sua vida. Veja o discurso completo da Greta na ONU.

Ao lado da Greta, neste dia inesquecível, estava a brasileira Paloma Costa, como ela mesmo se intitula “socioambientalista, cicloativista, educadora do clima e mobilizadora da juventude”. Ela é estudante de direito, assessora do Instituto Socioambiental (ISA) e uma das coordenadoras do Engajamundo. Outro maravilhoso exemplo de estudante engajada e o seu discurso na ONU pode ser visto aqui.

Temas para que alunos e alunas, como a Greta e a Paloma, busquem como propósito é o que não falta. Temos os 17 Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU que em 2015 foi definido com 169 metas. Estes são os nossos sonhos comuns de humanidade e nossa relação com o meio ambiente. Muitos países, estados e cidades estão trabalhando com estes temas, além de empresas e ONGs. Temos que inserir fortemente nas escolas e universidades!

Marcus Nakagawa - Edição 43Uma pesquisa de 2017 do IBOPE em parceria com a ONU Brasil, com 2.002 entrevistados em 143 municípios, mostrou que 49% não conheciam os ODS e 38% já ouviram falar do tema, mas não conhecem o assunto. Confira a pesquisa. Ou seja, ainda falta bastante para que possamos disseminar este projeto comum de habitantes que estão dentro desta ecosfera.

Organizações como a Abraps – Associação Brasileira dos Profissionais pelo Desenvolvimento Sustentável – vão discutir, entre os dias 15 e 16 de outubro, sobre as várias temáticas com profissionais de várias áreas e segmentos, trabalhando sempre com educação. O tema é colaboração e ressalta o ODS número 17 de parcerias no evento ODS Talks – 5o. Encontro Nacional dos Profissionais pelo Desenvolvimento Sustentável.

Outra organização que vem trabalhando com os professores das universidades e faculdades é o ICE – Instituto de Cidadania Empresarial, que possui o Programa Academia financiado pelo BID Lab. Seu objetivo é engajar professores e fortalecer a atuação das Instituições de Ensino Superior (IES) brasileiras nas temáticas de Finanças Sociais e Negócios de Impacto, com ênfase nas três dimensões básicas do ensino: pesquisa, docência e extensão. Além de gerar e disseminar conhecimento, possui um prêmio que incentiva os docentes a pesquisar e desenvolver trabalhos com alunos e alunas na temática, é o Prêmio ICE – Finanças sociais e Negócios de Impacto. Podem participar os alunos de graduação e pós-graduação, juntamente com seus orientadores. As inscrições estão abertas.

O Instituto Akatu de Consumo Consciente, com o Instituto 5 Elementos, a Reconectta e a Virada Sustentável também possui o “Prêmio Desafio 2030 – Escolas transformando nosso mundo” que visa conhecer iniciativas de instituições do Ensino Básico em prol da sustentabilidade e ligada aos ODS. Conheça as escolas particulares e públicas que foram finalistas em 2019 e os seus maravilhosos projetos.

Estamos vendo que existe um movimento e que precisamos cada dia mais de professores e professoras que trabalhem transversalmente e/ ou diretamente com o tema do Desenvolvimento Sustentável para que possamos gerar mais impactos socioambientais. Tenho a oportunidade de conviver e trabalhar com estes temas com universitários e estudantes do ensino médio e a resposta e soluções para os problemas socioambientais são maravilhosos. Precisamos estimular e questionar cada dia mais esta geração para que juntos possamos desenvolver um pensamento crítico aos modelos existentes e desenvolver novas soluções que levam em consideração a cada tomada de decisão não só os fatores financeiros, mas também as questões sociais e ambientais. Feliz dia dos professores com muito impacto socioambiental.

*Marcus Nakagawa é professor de graduação e MBA da ESPM; coordenador do Centro ESPM de Desenvolvimento Socioambiental (CEDS); idealizador e conselheiro da Abraps; autor do livro 101 dias com ações mais sustentáveis para mudar o mundo; e palestrante sobre sustentabilidade, empreendedorismo e estilo de vida.

www.marcusnakagawa.com / www.blogmarcusnakagawa.com

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SIRSS III Simpósio Internacional de Resíduos de Serviços de…

Em sua terceira edição, o Simpósio Internacional de Resíduos de Serviços de Saúde visa apresentar o cenário mundial dos resíduos de serviços de saúde por meio de estudos de caso, tecnologias aplicadas e regulação, além de debater sobre convergências, oportunidades e desafios para os setores que lidam diretamente com os resíduos de serviços de saúde. O evento é uma realização da Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental – Seção São Paulo (ABES-SP) em parceria com o CRQ-IV, que irá sediá-lo em seu auditório nos dias 3 e 4 de outubro

A programação completa pode ser acessada clicando aqui. Os temas a serem abordados são os seguintes:

– Gestão de Resíduos de Serviços de Saúde nos EUA e Europa
– Regulação e Fiscalização dos RSS
– RSS: Gestão, Risco Sanitário e Ambiental
– Logística Reversa de Medicamentos e de Embalagens de Produtos para Saúde
– Retorno Tributário
– Coleta e Destinação Final dos RSS
– Tecnologia para Tratamento de RSS
– Sistema de Controle de Manifesto de Transporte de Resíduos – Sistema On-Line

Serviço

Data e horário: 03 e 04/10
Local: CRQ-IV (Rua Oscar Freire, 2039 – São Paulo/SP)
Informações e inscrições: www.abes-sp.org.br/sirss / ctrsolidos@abes-sp.org.br


Investimento:
Profissionais registrados no CRQ-IV, Associados da ABES-SP ou de uma das instituições apoiadoras: R$ 225,00
Demais interessados: R$ 300,00

Apoio – GT Resíduos de Saúde

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Gestor Abraps Benchmarking 2019

Gestor Abraps Benchmarking 2019

Quem faz a sustentabilidade acontecer

Gestores Abraps Benchmarking são profissionais que desenvolveram e implementaram cases com resultados comprovados em benefício do meio ambiente, das pessoas e das organizações. Serão reconhecidos pela excelência de suas práticas e pela coerência do seu compromisso com os objetivos do desenvolvimento sustentável.

 

Conheça os Gestores do Ranking 2019 – Ordem Alfabética

Estela Kurth é especialista em Marketing, mestre em História Cultural, certificada no Integrated Report Framework <IR>, e European Institute of Innovation & Technology (EIT) em “Progressing on SDGs through GRI Disclosure”. Atuou em diferentes áreas de Televisão da RBS e Band. Fundadora e Head da primeira consultoria GRI do RS especializada em implementação de processos estratégicos de desenvolvimento sustentável.  Porto Alegre/RS

 

 Guilherme Correa Abreu atua em gestão da área de meio ambiente com ênfase a mudança do clima, gestão de carbono, economia circular, gestão sustentável de fornecedores, Atributos Ambientais dos Produtos de Aço e desdobramento das diretrizes para o desenvolvimento sustentável. Ocupou o cargo de presidente do Comitê de Sustentabilidade do Instituto Aço Brasil – IABr entre os anos de 2010 a 2014. Belo Horizonte/MG

 

Isabel Cristina Trierveiler Machado atua em comunicação institucional corporativa, responsabilidade social, e projetos de sustentabilidade e de responsabilidade socioambiental. É também professora universitária e palestrante. Mestre em Administração com ênfase em Sustentabilidade e especialista em Comunicação Integrada em Marketing, Gestão Estratégica em Pessoas e Responsabilidade Social Empresarial. É Presidente da Fundação Aury Luiz Bodanese desde sua revitalização, no ano de 2008. Chapecó/SC

Leandro Farina tem experiência na gestão das áreas de controle de qualidade, certificações, desenvolvimento de produtos e insumos, tratamento de efluentes, resíduos e emissões atmosféricas, monitoramento e controle ambiental, projetos socioambientais e construção de relatórios de sustentabilidade. Atua no gerenciamento das atividades relacionadas a gestão pela sustentabilidade, qualidade e meio ambiente com base nas normas NBR ISO 9001, NBR ISO 14001,NBR ISO 14064, FSC cadeia de custodia de celulose, papel, MEG da FNQ, e projetos de MDL. Joaçaba/SC

Rogério Canovas Camargo Ferreira é Engenheiro Florestal com ênfase em Gestão de Projetos.  Há 19 anos atuando em Programas, Projetos e contratos de Restauração Ecológica para criação e conservação de ambientes naturais, além de projetos de monitoramento ecológico de fauna e flora. Sólida experiência na implementação de grandes projetos de restauração ecológica em bacias hidrográficas, gerando extensas áreas que abrangem diferentes situações ambientais, comunidades vizinhas e órgãos ambientais. São Paulo/SP

Sobre Gestor Abraps Benchmarking:

A iniciativa, uma realização do Programa Benchmarking em parceria com a Abraps (Associação Brasileira dos Profissionais pelo Desenvolvimento Sustentável) tem por objetivo reconhecer, certificar e compartilhar a trajetória e legado dos gestores que trabalham pelo desenvolvimento sustentável nas organizações dos 3 setores da economia (publico, privado e sociedade civil organizada) em todo o território nacional. Torna-los referência para que inspirem outros profissionais na mesma direção.

São Paulo, 27 de Junho de 2019

Abraps – Associação Brasileira dos Profissionais pelo Desenvolvimento Sustentável 

Benchmarking Brasil – Inteligência Coletiva em Sustentabilidade

Artigos Associados

Compartilhar práticas tornam as empresas mais transparentes nos seus…

Economia, Sustentabilidade, Estratégias e Práticas dão o tom da gestão moderna de sucesso. Mas enquanto se fala muito sobre economia e estratégias, quase nada é dedicado as práticas. E a sustentabilidade entra como coadjuvante causando a impressão que está ali imposta, similar a um sistema de cotas.

O estranho é que sem estabilidade a economia vai mal, e sem práticas não há estratégia que se sustente. Curioso, mas a estabilidade é um princípio da sustentabilidade (equilíbrio), e as práticas, sem elas, nada acontece. Neste debate, a verdade é uma só – as práticas dão o tom do resultado, e as estratégias, o tom da conversa. A sustentabilidade está subentendida na estabilidade econômica com seus benefícios socioambientais.

Deduções a parte, o fato é que estratégias não foram feitas para discutir o sexo dos anjos, e nem práticas foram feitas para ficar no campo das intenções. Então, o correto é no mínimo terem peso igual no debate e na demonstração junto aos stakeholders.

Mas na realidade o que vemos são explanações “1a classe” para as estratégias e resultados, e abordagens “Classe econômica” para as práticas. É recorrente colocar holofotes nas estratégias e resultados, e deixar em segundo plano, as práticas que levaram aquele resultado.

Organizações líderes desenvolvem boas práticas porque sabem que sem elas não há estratégia que se sustente e nem objetivo que se alcance

Em se tratando de sustentabilidade (social, ambiental e econômica), a transparência é fundamental. Os stakeholders querem resultados sim, mas principalmente resultados perenes e sem surpresas futuras. E isto só será possível se incluirmos as práticas na conversa e na demonstração.

Os stakeholders querem saber como você chegou lá? Quais foram os desafios e as soluções encontradas no caminho? Com qual prática conseguiu os tais resultados? São tantas nuances da sustentabilidade que não basta chegar lá, tem que mostrar como chegou, as práticas que adotou. Porque chegar lá a qualquer preço não está valendo mais. A realidade tem mostrado são as práticas responsáveis pelo nível de riscos e resultados a médio e longo prazo.

Compartilhar práticas tornam as empresas mais transparentes nos seus propósitos. Assim, elas exercem suas lideranças apontando caminhos, detalhando práticas.

Para ser considerado legítimo e sustentável o avanço anunciado em seus indicadores é necessário conhecer as práticas adotadas para tal, sem omissões. Donde se concluí que falar de práticas exige mais atenção e verdade, pois requer o detalhamento do passo a passo, e talvez por isto, não recebam o mesmo holofote dado as estratégias e resultados.

Organizações líderes desenvolvem boas práticas porque sabem que sem elas não há estratégia que se sustente e nem objetivo que se alcance. Detalham-as em alto e bom som, com orgulho e firmeza. Não tem nada a esconder, pelo contrário. Compartilhar suas práticas somente as tornarão mais transparentes nos seus propósitos. Exercem suas lideranças apontando caminhos, detalhando práticas. E não por acaso, se tornam e permanecem líderes enquanto assim fizerem.

Sobre Benchmarking Brasil: 

Um respeitado Programa de Sustentabilidade que reconhece, certifica e compartilha cases e projetos de boas práticas para acelerar o desenvolvimento técnico da gestão socioambiental brasileira. São mais de 400 cases e projetos de diferentes modalidades selecionados por especialistas de vários países, e compartilhados em publicações (livros, revistas, portais e bancos digitais) e eventos presenciais (encontros, seminários, fóruns e congressos). Benchmarking Brasil se transformou numa significativa plataforma de inteligência coletiva pelo qualificado acervo construído em quase 2 décadas de atuação. Os ODS (Objetivos de Desenvolvimento Sustentável) estão inclusos na metodologia de seleção dos cases e projetos, e as metas e compromissos do Programa estão na plataforma SDG (Sustainable Development Goals) da Agenda 2030 da ONU. Mais informações: www.benchmarkingbrasil.com.br

Inscrições de Cases de Boas Práticas de sustentabilidade para Certificação Benchmarking até 31/03/2019

  • Marilena Lino de Almeida Lavorato é associada e atual membro do conselho consultivo da Abraps – Associação Brasileira dos Profissionais pelo Desenvolvimento Sustentável
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