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SIRSS III Simpósio Internacional de Resíduos de Serviços de…

Em sua terceira edição, o Simpósio Internacional de Resíduos de Serviços de Saúde visa apresentar o cenário mundial dos resíduos de serviços de saúde por meio de estudos de caso, tecnologias aplicadas e regulação, além de debater sobre convergências, oportunidades e desafios para os setores que lidam diretamente com os resíduos de serviços de saúde. O evento é uma realização da Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental – Seção São Paulo (ABES-SP) em parceria com o CRQ-IV, que irá sediá-lo em seu auditório nos dias 3 e 4 de outubro

A programação completa pode ser acessada clicando aqui. Os temas a serem abordados são os seguintes:

– Gestão de Resíduos de Serviços de Saúde nos EUA e Europa
– Regulação e Fiscalização dos RSS
– RSS: Gestão, Risco Sanitário e Ambiental
– Logística Reversa de Medicamentos e de Embalagens de Produtos para Saúde
– Retorno Tributário
– Coleta e Destinação Final dos RSS
– Tecnologia para Tratamento de RSS
– Sistema de Controle de Manifesto de Transporte de Resíduos – Sistema On-Line

Serviço

Data e horário: 03 e 04/10
Local: CRQ-IV (Rua Oscar Freire, 2039 – São Paulo/SP)
Informações e inscrições: www.abes-sp.org.br/sirss / ctrsolidos@abes-sp.org.br


Investimento:
Profissionais registrados no CRQ-IV, Associados da ABES-SP ou de uma das instituições apoiadoras: R$ 225,00
Demais interessados: R$ 300,00

Apoio – GT Resíduos de Saúde

Notícias Abraps

Gestor Abraps Benchmarking 2019

Gestor Abraps Benchmarking 2019

Quem faz a sustentabilidade acontecer

Gestores Abraps Benchmarking são profissionais que desenvolveram e implementaram cases com resultados comprovados em benefício do meio ambiente, das pessoas e das organizações. Serão reconhecidos pela excelência de suas práticas e pela coerência do seu compromisso com os objetivos do desenvolvimento sustentável.

 

Conheça os Gestores do Ranking 2019 – Ordem Alfabética

Estela Kurth é especialista em Marketing, mestre em História Cultural, certificada no Integrated Report Framework <IR>, e European Institute of Innovation & Technology (EIT) em “Progressing on SDGs through GRI Disclosure”. Atuou em diferentes áreas de Televisão da RBS e Band. Fundadora e Head da primeira consultoria GRI do RS especializada em implementação de processos estratégicos de desenvolvimento sustentável.  Porto Alegre/RS

 

 Guilherme Correa Abreu atua em gestão da área de meio ambiente com ênfase a mudança do clima, gestão de carbono, economia circular, gestão sustentável de fornecedores, Atributos Ambientais dos Produtos de Aço e desdobramento das diretrizes para o desenvolvimento sustentável. Ocupou o cargo de presidente do Comitê de Sustentabilidade do Instituto Aço Brasil – IABr entre os anos de 2010 a 2014. Belo Horizonte/MG

 

Isabel Cristina Trierveiler Machado atua em comunicação institucional corporativa, responsabilidade social, e projetos de sustentabilidade e de responsabilidade socioambiental. É também professora universitária e palestrante. Mestre em Administração com ênfase em Sustentabilidade e especialista em Comunicação Integrada em Marketing, Gestão Estratégica em Pessoas e Responsabilidade Social Empresarial. É Presidente da Fundação Aury Luiz Bodanese desde sua revitalização, no ano de 2008. Chapecó/SC

Leandro Farina tem experiência na gestão das áreas de controle de qualidade, certificações, desenvolvimento de produtos e insumos, tratamento de efluentes, resíduos e emissões atmosféricas, monitoramento e controle ambiental, projetos socioambientais e construção de relatórios de sustentabilidade. Atua no gerenciamento das atividades relacionadas a gestão pela sustentabilidade, qualidade e meio ambiente com base nas normas NBR ISO 9001, NBR ISO 14001,NBR ISO 14064, FSC cadeia de custodia de celulose, papel, MEG da FNQ, e projetos de MDL. Joaçaba/SC

Rogério Canovas Camargo Ferreira é Engenheiro Florestal com ênfase em Gestão de Projetos.  Há 19 anos atuando em Programas, Projetos e contratos de Restauração Ecológica para criação e conservação de ambientes naturais, além de projetos de monitoramento ecológico de fauna e flora. Sólida experiência na implementação de grandes projetos de restauração ecológica em bacias hidrográficas, gerando extensas áreas que abrangem diferentes situações ambientais, comunidades vizinhas e órgãos ambientais. São Paulo/SP

Sobre Gestor Abraps Benchmarking:

A iniciativa, uma realização do Programa Benchmarking em parceria com a Abraps (Associação Brasileira dos Profissionais pelo Desenvolvimento Sustentável) tem por objetivo reconhecer, certificar e compartilhar a trajetória e legado dos gestores que trabalham pelo desenvolvimento sustentável nas organizações dos 3 setores da economia (publico, privado e sociedade civil organizada) em todo o território nacional. Torna-los referência para que inspirem outros profissionais na mesma direção.

São Paulo, 27 de Junho de 2019

Abraps – Associação Brasileira dos Profissionais pelo Desenvolvimento Sustentável 

Benchmarking Brasil – Inteligência Coletiva em Sustentabilidade

Artigos Associados

Compartilhar práticas tornam as empresas mais transparentes nos seus…

Economia, Sustentabilidade, Estratégias e Práticas dão o tom da gestão moderna de sucesso. Mas enquanto se fala muito sobre economia e estratégias, quase nada é dedicado as práticas. E a sustentabilidade entra como coadjuvante causando a impressão que está ali imposta, similar a um sistema de cotas.

O estranho é que sem estabilidade a economia vai mal, e sem práticas não há estratégia que se sustente. Curioso, mas a estabilidade é um princípio da sustentabilidade (equilíbrio), e as práticas, sem elas, nada acontece. Neste debate, a verdade é uma só – as práticas dão o tom do resultado, e as estratégias, o tom da conversa. A sustentabilidade está subentendida na estabilidade econômica com seus benefícios socioambientais.

Deduções a parte, o fato é que estratégias não foram feitas para discutir o sexo dos anjos, e nem práticas foram feitas para ficar no campo das intenções. Então, o correto é no mínimo terem peso igual no debate e na demonstração junto aos stakeholders.

Mas na realidade o que vemos são explanações “1a classe” para as estratégias e resultados, e abordagens “Classe econômica” para as práticas. É recorrente colocar holofotes nas estratégias e resultados, e deixar em segundo plano, as práticas que levaram aquele resultado.

Organizações líderes desenvolvem boas práticas porque sabem que sem elas não há estratégia que se sustente e nem objetivo que se alcance

Em se tratando de sustentabilidade (social, ambiental e econômica), a transparência é fundamental. Os stakeholders querem resultados sim, mas principalmente resultados perenes e sem surpresas futuras. E isto só será possível se incluirmos as práticas na conversa e na demonstração.

Os stakeholders querem saber como você chegou lá? Quais foram os desafios e as soluções encontradas no caminho? Com qual prática conseguiu os tais resultados? São tantas nuances da sustentabilidade que não basta chegar lá, tem que mostrar como chegou, as práticas que adotou. Porque chegar lá a qualquer preço não está valendo mais. A realidade tem mostrado são as práticas responsáveis pelo nível de riscos e resultados a médio e longo prazo.

Compartilhar práticas tornam as empresas mais transparentes nos seus propósitos. Assim, elas exercem suas lideranças apontando caminhos, detalhando práticas.

Para ser considerado legítimo e sustentável o avanço anunciado em seus indicadores é necessário conhecer as práticas adotadas para tal, sem omissões. Donde se concluí que falar de práticas exige mais atenção e verdade, pois requer o detalhamento do passo a passo, e talvez por isto, não recebam o mesmo holofote dado as estratégias e resultados.

Organizações líderes desenvolvem boas práticas porque sabem que sem elas não há estratégia que se sustente e nem objetivo que se alcance. Detalham-as em alto e bom som, com orgulho e firmeza. Não tem nada a esconder, pelo contrário. Compartilhar suas práticas somente as tornarão mais transparentes nos seus propósitos. Exercem suas lideranças apontando caminhos, detalhando práticas. E não por acaso, se tornam e permanecem líderes enquanto assim fizerem.

Sobre Benchmarking Brasil: 

Um respeitado Programa de Sustentabilidade que reconhece, certifica e compartilha cases e projetos de boas práticas para acelerar o desenvolvimento técnico da gestão socioambiental brasileira. São mais de 400 cases e projetos de diferentes modalidades selecionados por especialistas de vários países, e compartilhados em publicações (livros, revistas, portais e bancos digitais) e eventos presenciais (encontros, seminários, fóruns e congressos). Benchmarking Brasil se transformou numa significativa plataforma de inteligência coletiva pelo qualificado acervo construído em quase 2 décadas de atuação. Os ODS (Objetivos de Desenvolvimento Sustentável) estão inclusos na metodologia de seleção dos cases e projetos, e as metas e compromissos do Programa estão na plataforma SDG (Sustainable Development Goals) da Agenda 2030 da ONU. Mais informações: www.benchmarkingbrasil.com.br

Inscrições de Cases de Boas Práticas de sustentabilidade para Certificação Benchmarking até 31/03/2019

  • Marilena Lino de Almeida Lavorato é associada e atual membro do conselho consultivo da Abraps – Associação Brasileira dos Profissionais pelo Desenvolvimento Sustentável
Artigos Associados

A Água é um negócio ou um direito?

*Marcus Nakagawa

*Por Marcus Nakagawa Temos muitas razões para lembrar da importância do Dia Mundial da Água, instituído pela ONU em 22 de março de 1992. Algumas delas, como a quantidade de água potável no planeta ou a porcentagem de água do corpo do ser humano, são dados que acabamos aprendendo na escola, porém, muitas vezes esquecemos ou não ligamos. Mas quando falta água ou quando é demasiado o montante, vide as enchentes desta época no sudeste do país, vira tema de jornais, noticiários e redes sociais. E o mais interessante é que, rapidamente, todos viram especialistas sobre o tema e defendem ou atacam.

Um dos 17 Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU, estabelecido em 2015, como um “sonho” comum dos seres humanos deste planeta, é o ODS número 6, que é sobre “Água Potável e Saneamento”. Neste ODS 6 o objetivo é assegurar a disponibilidade e a gestão sustentável da água e saneamento para todos. E quebra em mais metas, como até 2030 alcançar o acesso universal e equitativo a água potável e segura para todos. E tem uma meta muito instigante, que é apoiar e fortalecer a participação das comunidades locais para melhorar a gestão da água e saneamento. São seis metas neste objetivo e dois subtópicos.

Porém, com toda esta clareza, muitos especialistas na área hídrica batalhando para mostrar a importância deste bem essencial aos seres humanos, congressos, discussões, por que ainda, segundo a página da ONU, milhões de toneladas de esgoto tratado inadequadamente e resíduos agrícolas e industriais são despejados nas águas de todo o mundo?

Grandes empresas acabam não gerenciando os seus riscos ambientais e poluindo rios e mares com os seus produtos ou subprodutos do seu processo produtivo como vemos no Brasil e no mundo. Dois terços da população mundial em 2017 vivem em áreas que passam pela escassez de água pelo menos um mês por ano. Relatórios sobre estes dados são feitos anualmente como o Relatório Mundial das Nações Unidas sobre o Desenvolvimento dos Recursos Hídricos (World Water Development Report – WWDR). Então, o problema não é a falta de pesquisas, dados ou alertas de especialistas e estudiosos.

Temos inclusive uma lei no Brasil, segundo a página do Ministério do Meio Ambiente (MMA), desde janeiro de 1997, conhecida como Lei das Águas que instituiu a Política Nacional de Recursos Hídricos (PNRH). Ela coloca que a água é considerada um bem de domínio público e um recurso natural limitado, dotado de valor econômico. Esta gestão da água deve proporcionar os seus vários usos de forma descentralizada e participativa. E tem que contar com a participação do Poder Público, dos usuários e da comunidade. E se tiver uma situação de escassez o uso prioritário é para o consumo humano e para a dessedentação de animais. E o segundo artigo da Lei é mais bacana: “Assegurar a disponibilidade de água de qualidade às gerações presentes e futuras, promover uma utilização racional e integrada dos recursos hídricos e a prevenção e defesa contra eventos hidrológicos (chuvas, secas e enchentes), sejam eles naturais, sejam decorrentes do mau uso dos recursos naturais”.

Pois é, estamos assegurados, mas para que isso aconteça temos que estar cientes e cobrar dos governantes, ou seja, educar as pessoas para este conhecimento. Um conhecimento essencial para a nossa sobrevivência, lembrando mais uma vez que a água é uma das bases da nossa vida.

As empresas sabem disso muito bem, principalmente, para que seus negócios continuem, tenham perenidade e se sustentem. As empresas de bebidas alcóolicas e não alcóolicas, por exemplo, dependem da água como o seu insumo principal. A agricultura e a pecuária dependem deste recurso para trabalhar e produzir. A mineração, as montadoras, os megacomputadores dos bancos e muitas outras empresas dependem da energia que vem da água das hidrelétricas, nossa maior matriz. Ou seja, a água é essencial na nossa cadeia produtiva e no PIB do país. Tenho um grande amigo professor que sempre dizia que, na verdade, não exportamos grãos, cana, carne, minério de ferro ou qualquer outro insumo para os outros países. Na verdade, exportamos água em forma de carne, grãos, minério de ferro, etc. Os nossos principais negócios dependem diretamente ou indiretamente da água.

A água é um dos pilares da economia brasileira e só continuaremos tendo esta abundância se cuidarmos das nossas fontes, não poluirmos e tudo o que geralmente se aprende na escola (de novo). Mas precisamos sair do conceito e das leis escritas e passarmos para a ação, cobrança e fiscalização. E isso é trabalho do governo, da sociedade e das empresas. Se não fizermos isso urgente não conseguiremos “assegurar a disponibilidade de água de qualidade às gerações presentes e futuras”.

Comemore, estude, engaje mais pessoas e ajude a garantir o nosso futuro!

Marcus Nakagawa é associado e atual conselheiro deliberativo da Abraps – Associação Brasileira dos Profissionais pelo Desenvolvimento Sustentável

Notícias Abraps

Dia Mundial da Água

Qual a sua gota de contribuição neste dia mundial da água?

A água é necessária para praticamente todas as necessidades da vida, por este motivo surgiu o Dia Mundial da Água,  criado em 1992 pela Organização das Nações Unidas (ONU) e comemorado no dia 22 de março.

A conscientização sobre a urgência da economia deste recurso natural é uma das principais metas desse dia, além da discussão da escassez hídrica, sua gradual deterioração e o agravamento da poluição dos recursos de água doce em muitas regiões.

Diante da importância da água para a nossa sobrevivência e da necessidade urgente de manter esse recurso disponível,  vamos refletir como estamos contribuindo para a sua preservação.

Eu fecho a torneira quando escovo os dentes?

Eu reutilizo a água do enxague da máquina de lavar para limpar quintal e calçadas?

Como eu lavo a minha louça?

Meu banho é demorado?

Um exemplo de desperdício, ao escovar os dentes por cinco minutos com a torneira não muito aberta, você desperdiça 12 litros de água. No entanto, se molhar a escova e fechar a torneira enquanto escova os dentes e, ainda, enxaguar a boca com um copo de água, consegue economizar mais de 11,5 litros de água. Esse cálculo é para uma pessoa, multiplica por dez, por cem, por mil, milhares de litros de água potável não estão sendo utilizados de maneira sustentável.

Qual a sua gota de contribuição?

Por menor que seja pensando em litros de água potável sendo economizados ela se torna um reservatório.

Água é Vida!

Tecnóloga em Hidráulica e Saneamento Ambiental Patricia Moreno Fernandes e Coordenadora do Grupo de Trabalho de Saneamento e Recursos Hídricos da Abraps

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